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Mulheres na tecnologia, inovação, IA e o Futuro na Laborit.
No cenário atual da tecnologia e computação, ainda amplamente dominado por homens, é fundamental reconhecer o papel das mulheres na origem e no desenvolvimento dessas áreas. A história revela como, por séculos, elas enfrentaram sexismo e desigualdade para conquistar espaço na ciência e tecnologia, o que inspira o compromisso da Laborit com a equidade de gênero no setor tech.
Telma, fundadora e CEO da Laborit, sabia que sua missão não era apenas construir produtos inovadores, mas também quebrar barreiras e desafiar convenções. Ao fundar a empresa, ela tomou duas decisões essenciais: buscar propósito em cada escolha, algo desafiador no mundo dos negócios, e adotar uma postura clara em um setor predominantemente masculino. Desde o início, a liderança feminina tem sido central na cultura da Laborit, refletida na trajetória de Telma Corrêa, sua CEO.
“A oportunidade começa no posicionamento e na priorização das mulheres em cada frente. Podemos acelerar o crescimento de toda uma nova geração de mulheres na tecnologia: engenheiras de software, líderes, product managers e cientistas de dados, ao mesmo tempo em que geramos resultados tangíveis para o mercado e nossos clientes.”
A Laborit se posiciona fortemente em defesa da equidade, mesmo quando isso implica confrontar o próprio ideal de crescimento da empresa. Já houve casos, testemunhados por colaboradores, em que as lideranças da Laborit intervieram em contratos de trabalho e negociações com clientes, sempre priorizando o respeito e o bem-estar de sua equipe, especialmente das mulheres que fazem parte da organização. Essas intervenções ocorreram em situações desconfortáveis, evidenciando o compromisso da empresa com um ambiente justo e igualitário para todos.
Telma CEO - na sede da Tencent na China / Premiação da Fast Company em Nova York
Mais do que um discurso inspirador, o 8 de março é um momento para reflexão, posicionamento e ação. A história nos mostra que os direitos das mulheres estão entre os primeiros a serem ameaçados. Em tempos de guerra e crises humanitárias, os direitos das mulheres são frequentemente prejudicados, com violações, abusos e restrições que impactam profundamente suas vidas e a sua liberdade.
Todos nós carregamos a responsabilidade de enfrentar os impactos da masculinidade tóxica, do patriarcado e das estruturas sociais que, até hoje, impõe barreiras às mulheres no trabalho, em casa e na sociedade. A busca é por um futuro onde a equidade seja uma realidade. Isso exige mudanças estruturais, A mudança exige um processo contínuo de conscientização, debate e fortalecimento de políticas públicas que promovam a igualdade de gênero. É essencial que toda a sociedade se envolva nesse diálogo, questionando desigualdades e combatendo práticas discriminatórias. Esse aprendizado está presente no dia a dia da Laborit, guiado pela liderança feminina e pelo compromisso com a educação, impactando não só o ambiente de trabalho, mas também as relações familiares e sociais.
Mulheres que fizeram parte da história da Tecnologia e Ciência
A luta das mulheres por direitos fundamentais também passou pelo movimento sufragista, um marco essencial na história da equidade de gênero com o objetivo de conquistar para as mulheres o direito de votar. Inicialmente, o voto foi negado às mulheres devido a uma estrutura política sexista, que mantinha o controle do poder nas mãos dos homens e excluía as mulheres com base na ideia preconceituosa de que elas não eram capacitadas para participar da política.
Esse movimento também marcou o início da primeira onda do feminismo, um marco na luta histórica pela igualdade de gênero. A primeira fase dessa luta tinha como principal objetivo assegurar às mulheres o direito de voto. No final do século XIX e início do século XX, mulheres ao redor do mundo organizaram campanhas para conquistar esse direito, enfrentando forte resistência e repressão. O movimento começou a ganhar força no Reino Unido e nos Estados Unidos, com figuras como Emmeline Pankhurst e Susan B. Anthony liderando manifestações e exigindo igualdade política. No Brasil, Bertha Lutz foi uma das vozes mais importantes na luta pelo sufrágio feminino, contribuindo para que, em 1932, as mulheres conquistassem o direito de votar.
Ao longo da história, a luta das mulheres foi ganhando voz e reconhecimento, impulsionando mudanças em diversas áreas da sociedade. Foi esse esforço coletivo que abriu caminho para que as mulheres ocupassem espaços antes negados, incluindo a ciência, a política e a tecnologia. No entanto, essa batalha ainda não terminou.
Por isso, nunca devemos esquecer o 8 de março. Mais do que uma data de celebração, o Dia Internacional da Mulher é um símbolo de resistência e de reivindicação por igualdade, direitos e respeito. A sua origem remete às manifestações de trabalhadoras do século XX que exigiam melhores condições de trabalho e direitos políticos, tornando-se um marco na história do feminismo. Relembrar essa trajetória é essencial para garantir que os avanços conquistados não sejam perdidos e que a luta pela equidade continue a transformar a sociedade.
Desde o século XVIII, mulheres contribuíram significativamente para a ciência, apesar da falta de reconhecimento. Nicole-Reine Lepaute calculou com precisão eclipses solares e o retorno do cometa Halley. No século XIX, Ada Lovelace criou o primeiro algoritmo para a "Máquina Analítica", tornando-se a primeira programadora da história. Maria Mitchell foi a primeira cientista americana a descobrir um cometa, enquanto Henrietta Swan Leavitt ajudou a determinar a expansão do universo. Inge Lehmann revolucionou a geofísica ao descobrir o núcleo interno da Terra, e Stephanie Kwolek inventou o Kevlar, material usado em coletes à prova de balas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, mulheres como Kathleen McNulty, Betty Jean Jennings e Frances Bilas atuaram como "computadores humanos", realizando cálculos fundamentais para o projeto ENIAC, um dos primeiros computadores digitais. No entanto, muitas dessas cientistas foram apagadas da história, como Yvonne Brill, engenheira aeroespacial que projetou um sistema inovador de propulsão e só recebeu reconhecimento décadas depois. Nos anos 1970, a computação, antes dominada por mulheres, passou a ser ocupada majoritariamente por homens devido à crescente valorização da área e mudanças no mercado de trabalho.
Na tecnologia, algumas pioneiras mudaram o rumo da história. Grace Hopper desenvolveu a linguagem de programação COBOL e popularizou o termo "bug". Hedy Lamarr criou um sistema de comunicação que deu origem ao Wi-Fi e Bluetooth. Mary Wilkes projetou o primeiro sistema operacional para um computador pessoal, e Adele Goldberg influenciou a interface gráfica do primeiro computador da Apple. Annie Easley, engenheira da NASA, contribuiu para o desenvolvimento de sistemas de conversão de energia e baterias de veículos híbridos.
Na ciência, Marie Curie foi a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel e a única a recebê-lo em duas categorias. Rosalind Franklin teve um papel essencial na descoberta da estrutura do DNA, enquanto Chien-Shiung Wu fez descobertas fundamentais para a física nuclear. Barbara McClintock revolucionou a genética ao descobrir elementos transponíveis no DNA, sendo premiada com um Nobel.
Essas mulheres desafiaram barreiras e moldaram a ciência e a tecnologia, abrindo caminho para novas gerações e promovendo a equidade no conhecimento e na inovação. Essa parte da história sempre será vivida por nós.
A equidade de género na ciência e na tecnologia não é apenas uma questão de justiça, mas um motor essencial para o progresso global. Imaginar um futuro onde as mulheres ocupem posições de liderança, impulsionam pesquisas inovadoras e desenvolvam tecnologias transformadoras é vislumbrar um mundo mais equilibrado e eficiente. Se hoje ainda enfrentamos barreiras, como a sub-representação feminina em cargos estratégicos e a desigualdade salarial, o futuro pode e deve ser diferente. Com investimento em educação, políticas públicas eficazes e um mercado de trabalho mais inclusivo, as conquistas femininas poderão reescrever a história da inovação e redefinir os rumos da sociedade. Mas onde estamos agora? Os números a seguir mostram o caminho que ainda precisamos percorrer.
No setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), as mulheres representam 39% da força de trabalho no Brasil, um número ainda inferior ao dos homens. Além disso, a presença feminina em cargos técnicos e de liderança segue limitada. No país, apenas 0,07% das mulheres trabalham na área de TI, totalizando cerca de 69,8 mil profissionais.
A disparidade também se reflete na formação acadêmica. Em 2022, apenas 15,7% das estudantes de cursos de Tecnologia da Informação eram mulheres, e a participação feminina entre os concluintes de cursos da área caiu de 17,5% em 2012 para 15% em 2022. Esses números reforçam a necessidade de políticas que incentivem a presença feminina no setor.
Na ciência, o Brasil se destaca como o terceiro país com maior participação feminina em publicações científicas, com 49% das pesquisas assinadas por mulheres. No entanto, a presença delas varia conforme a área de atuação. Enquanto profissões como Enfermagem (80%) e Farmacologia (62%) contam com ampla participação feminina, setores como Matemática (19%), Ciência da Computação (21%) e Engenharia (24%) ainda apresentam um grande desequilíbrio.
Outro desafio está na progressão da carreira acadêmica. Mulheres com até 5 anos de experiência representam 51% das publicações científicas, mas esse número cai para 36% entre as pesquisadoras com mais de 21 anos de carreira. A desigualdade também se estende para o setor de inovação: apenas 3% a 6% das patentes registradas no Brasil são de mulheres como únicas inventoras, embora equipes mistas tenham aumentado sua participação nos últimos anos.
Apesar das dificuldades, iniciativas públicas e privadas têm buscado aumentar a participação feminina na tecnologia e na ciência. Programas de incentivo à formação em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), premiações acadêmicas e ações para reduzir a desigualdade salarial são passos importantes para garantir que mulheres tenham mais oportunidades nessas áreas estratégicas para o desenvolvimento do país.
A equidade de gênero na tecnologia e na ciência não é apenas uma questão de justiça, mas uma necessidade para a inovação e o progresso. O futuro dessas áreas depende de ambientes mais inclusivos, onde o talento feminino possa florescer sem barreiras.
A Laborit enxerga essa realidade como um desafio que precisa ser enfrentado diariamente. Por isso, sua estrutura de liderança feminina busca garantir que, a cada 10 colaboradores, pelo menos 5 vagas sejam ocupadas por mulheres. Esse compromisso também se reflete na educação e treinamento, incentivando meninas e mulheres a ingressarem no mundo tech.
Abertura do escritório em Silicon Valley
A Laborit tem como compromisso promover essa mudança de forma concreta. No Dia Internacional da Mulher, a empresa reforça seu papel na luta por um futuro onde a equidade de gênero seja uma realidade. Como destaca Letícia Parks, no prefácio do livro Nós, Mulheres, o Proletariado:
“Não somos escravas: rainhas quilombolas, guerreiras armadas e grevistas decididas – relatos de mulheres negras na luta por liberdade.”
A Laborit acredita que reinventar o mundo depende de conectar pessoas e propósitos, democratizar a tecnologia e fortalecer a igualdade de gênero. O 8 de março é um dia de luta e reflexão, e a empresa convida a todos para fazer parte dessa transformação.
A inteligência artificial não é apenas o futuro da tecnologia — ela já é uma realidade nos produtos e inovações desenvolvidos pela Lab para clientes no Brasil e nos EUA ao longo do último ano.
Na Laborit, essa revolução vai além do impacto nos negócios. Ela passa também pela formação e especialização das mulheres que atuam no desenvolvimento de IA, trabalhando com os principais LLMs, agentes inteligentes e uma tecnologia proprietária que potencializa nossas soluções.
Para Telma, entrar na nova era da IA significa moldar o futuro sem perder de vista um papel essencial que todas as lideranças deveriam assumir: formar as mentes que construirão o amanhã. Isso inclui ampliar oportunidades e empoderar pessoas de dentro para fora da organização, especialmente as mulheres, abrindo caminho para que protagonizem e liderem um futuro com mais equidade e inclusão.
Em 2024, a Laborit fundou uma joint venture com a Innovare, uma tech startup de Cupertino, Califórnia, com o objetivo de desenvolver um modelo de LLM especializado em indústrias estratégicas, como saúde, bancos, seguros e varejo. A Haigen AI representa uma nova era para esses setores, trazendo inovação e eficiência. Além disso, reafirma o compromisso com a equidade ao contar com a liderança de Rashmi Mohanty, reforçando a formação de mulheres em IA e ampliando seu papel no ecossistema de tecnologia.
Na Laborit, acreditamos que a equidade de gênero deve ser promovida de forma contínua, por meio de iniciativas concretas de conscientização, educação e posicionamento estratégico. Nosso compromisso começa na gestão, com a liderança da nossa CEO, Telma Corrêa, e se fortalece com a união de todas as mulheres que fazem a diferença como techs, product managers e cientistas.
Seguimos criando oportunidades para que cada vez mais mulheres ocupem espaços de protagonismo na IA e na inovação.
Ao longo da história da Laborit, grandes mulheres deixaram sua marca e continuam a impulsionar nossa jornada. Nossa homenagem vai para Telma, nossa incrível CEO, e para Andréa, Nathalia, Diane, Camila, Josiane, Tainá, Gabriela, Denise, Abadessa Miao You e todas as outras que fazem ou fizeram parte dessa trajetória. Obrigado por toda a dedicação, talento e inovação que vocês trazem todos os dias!
Mulheres da Laborit
Ao longo da história, inúmeras mulheres desafiaram barreiras e contribuíram significativamente para a ciência e tecnologia, mesmo enfrentando discriminação e falta de reconhecimento. O livro Headstrong: 52 Women Who Changed Science and the World, de Rachel Swaby, destaca algumas dessas pioneiras cujas descobertas e inovações transformaram o mundo.
Maria Sibylla Merian: Naturalista e ilustradora científica, pioneira na entomologia ao documentar detalhadamente o ciclo de vida dos insetos. Mary Anning: Paleontóloga autodidata, descobriu fósseis importantes, incluindo o primeiro ictiossauro completo, contribuindo para a compreensão da história da Terra. Caroline Herschel: Astrônoma, descobriu vários cometas e foi a primeira mulher a receber um salário por seu trabalho científico. Mary Somerville: Matemática e cientista, traduziu e explicou trabalhos complexos de astronomia e física, tornando-os acessíveis a um público mais amplo. Ada Lovelace: Matemática visionária, escreveu o primeiro algoritmo destinado a ser processado por uma máquina, sendo considerada a primeira programadora da história. Maria Mitchell: Astrônoma, primeira mulher a descobrir um cometa através de um telescópio, abrindo caminho para mulheres na ciência. Elizabeth Blackwell: Primeira mulher a receber um diploma de medicina nos Estados Unidos, pioneira na promoção da educação médica para mulheres. Mary Edwards Walker: Cirurgiã durante a Guerra Civil Americana, única mulher a receber a Medalha de Honra dos EUA. Ellen Swallow Richards: Química e engenheira sanitária, fundadora da ecologia doméstica e defensora da saúde pública. Hertha Ayrton: Engenheira elétrica e física, conhecida por suas invenções e pesquisas sobre o arco elétrico e ondas de areia. Nettie Stevens: Geneticista, descobriu que os cromossomos X e Y determinam o sexo nos seres vivos. Alice Ball: Química, desenvolveu o primeiro tratamento eficaz para a hanseníase, conhecido como "Método Ball". Lise Meitner: Física nuclear, co-descobriu a fissão nuclear, embora não tenha sido reconhecida com o Prêmio Nobel. Gerty Cori: Bioquímica, primeira mulher a ganhar o Nobel de Fisiologia ou Medicina por suas descobertas sobre o metabolismo de carboidratos. Barbara McClintock: Citogeneticista, descobriu os "genes saltadores" ou transposões, revolucionando a genética.
Dorothy Hodgkin: Química, utilizou a cristalografia de raios X para determinar estruturas de biomoléculas, como a penicilina e a vitamina B12. Rosalind Franklin: Cristalógrafa, suas imagens de difração de raios X foram cruciais para a descoberta da estrutura do DNA.
Rita Levi-Montalcini: Neurobiologista, descobriu o fator de crescimento nervoso, essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso. Chien-Shiung Wu: Física experimental, realizou o experimento Wu, que contradisse a lei da conservação da paridade. Rosalyn Yalow: Física médica, co-desenvolveu a técnica de radioimunoensaio, permitindo a medição precisa de substâncias no corpo. Gertrude Elion: Farmacologista, desenvolveu medicamentos fundamentais para o tratamento de leucemia e rejeição de transplantes. Jane Wright: Oncologista, pioneira no uso de quimioterapia para tratar cânceres sólidos. Margaret Mead: Antropóloga cultural, seus estudos sobre sociedades indígenas influenciaram a compreensão da cultura e gênero. Katherine Johnson: Matemática da NASA, seus cálculos precisos foram essenciais para o sucesso das primeiras missões espaciais tripuladas dos EUA. Dorothy Vaughan: Matemática e programadora, liderou a seção de computação do Langley Research Center da NASA. Mary Jackson: Engenheira aeroespacial, primeira engenheira negra da NASA, contribuiu para a pesquisa de voo supersônico. Mae Jemison: Médica e astronauta, primeira mulher afro-americana a viajar para o espaço. Sally Ride: Física e astronauta, primeira mulher americana a viajar para o espaço. Grace Hopper: Pioneira da computação, desenvolveu o primeiro compilador e popularizou a ideia de linguagens de programação independentes de máquina. Hedy Lamarr: Atriz e inventora, co-desenvolveu um sistema de comunicação de espectro espalhado, precursor do Wi-Fi e Bluetooth. Stephanie Kwolek: Química, inventou o Kevlar, uma fibra sintética cinco vezes mais forte que o aço. Lillian Gilbreth: Engenheira industrial e psicóloga, pioneira em estudos de eficiência e ergonomia. Edith Clarke: Engenheira elétrica, primeira mulher a apresentar um artigo técnico no Instituto Americano de Engenheiros Elétricos. Elsie MacGill: Engenheira aeronáutica, primeira mulher a projetar uma aeronave no Canadá é conhecida como "Rainha dos Hurricanes". Marjory Stoneman Douglas: Jornalista e ambientalista, defensora incansável da preservação dos Everglades na Flórida. Sylvia Earle: Oceanógrafa, defensora do meio ambiente e exploradora do fundo marinho, conhecida por suas pesquisas sobre os oceanos. Wangari Maathai: Bióloga e ativista ambiental, fundadora do movimento Cinturão Verde, que plantou milhões de árvores na África. Alice Hamilton: Médica, especialista em toxicologia e saúde ocupacional, foi pioneira no estudo dos efeitos dos produtos químicos industriais na saúde. Eugenie Clark: Ictióloga, famosa por seu trabalho com tubarões e por promover a conservação marinha. Ruth Patrick: Limnóloga, estudou os ecossistemas de água doce e alertou para os impactos da poluição aquática. Mary Leakey: Paleontóloga, fez descobertas significativas sobre os primeiros hominídeos e os ancestrais da espécie humana. Biruté Galdikas: Primatologista, conhecida por seu trabalho com orangotangos e a conservação das florestas tropicais. Margaret Mead: Antropóloga cultural, seus estudos sobre sociedades indígenas influenciaram a compreensão da cultura e gênero. Lynn Margulis: Biologista, desenvolveu a teoria endossimbiótica, que revolucionou a compreensão da evolução das células. Vera Rubin: Astrônoma, suas observações sobre a rotação das galáxias ajudaram a confirmar a existência de matéria escura. Chien-Shiung Wu: Física experimental, fez contribuições fundamentais à física de partículas, particularmente com o experimento Wu. Barbara McClintock: Citogeneticista, descobriu os "genes saltadores" ou transposões, revolucionando a genética. Rosalind Franklin: Cristalógrafa, suas imagens de difração de raios X foram cruciais para a descoberta da estrutura do DNA. Ada Lovelace: Matemática visionária, escreveu o primeiro algoritmo destinado a ser processado por uma máquina, sendo considerada a primeira programadora da história. Marie Curie: Física e química, pioneira no estudo da radioatividade e única pessoa a ganhar dois prêmios Nobel em áreas distintas. Lynn Margulis: Biologista evolutiva, desenvolveu a teoria endossimbiótica sobre a origem das células eucarióticas. Hedy Lamarr: Atriz e inventora, co-desenvolveu um sistema de comunicação de espectro espalhado, precursor do Wi-Fi e Bluetooth.
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